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Finalmente chegou: o iPhone dobrável que a gente tanto esperava

Finalmente chegou: o iPhone dobrável que a gente tanto esperava

2026-10-22T09:29:19.034455+00:00

Finalmente! Testei o novo iPhone Duo e ele é surreal

Se você acompanha o mundo da tecnologia, sabe que 2026 tem sido um ano meio "morno". Lançamentos com câmeras levemente melhores ou telas mais resistentes não dão vontade de trocar de celular. Mas tudo mudou esta semana.

A Apple finalmente entrou na briga dos dobráveis com o iPhone Duo.

Normalmente, quando uma gigante lança seu primeiro aparelho dobrável, minha primeira reação é: "Calma! Espera o segundo ou terceiro modelo". Afinal, a primeira geração costuma ser cheia de bugs e problemas de hardware. Mas, desta vez, a Apple quebrou a própria regra. O Duo é incrivelmente polido.

Uma tela que parece mágica

Vamos direto ao que interessa: o hardware.

Quando está fechado, o Duo é um dispositivo compacto de 5,4 polegadas. Ele tem aquele toque familiar dos antigos iPhones "mini" que a gente tanto amava. Mas, ao abrir, você se depara com uma tela gigante de 7,6 polegadas.

O grande diferencial aqui é o acabamento. A tela interna usa o sistema de "nano-textura" (o mesmo dos monitores profissionais da Apple). Isso muda o jogo: elimina reflexos, esconde marcas de dedos e — o mais importante — torna aquela dobra central (o famoso crease) quase invisível. Passei minutos apenas sentindo a textura; é um material premium, nada de sensação de plástico barato.

Outro ponto alto é a câmera frontal. Em vez daquele "furo" feio que vemos em quase todos os dobráveis, a Apple conseguiu esconder a câmera de forma tão fluida que você mal percebe que ela está ali.

Software inteligente (e não apenas uma tela esticada)

Uma tela grande não serve de nada se o sistema operacional parecer um "remendo". Eu estava com medo de o iOS 27 não dar conta desse novo formato, mas a Apple fez um trabalho impecável.

O multitasking é muito fluido. Consegui participar de uma videochamada em uma metade da tela enquanto anotava algo na outra. Além disso, a transição entre a tela externa e a interna é natural: você começa uma tarefa no modo compacto e a "expande" ao abrir o aparelho. Tudo parece intuitivo, sem esforço.

A engenharia por trás do "click"

Não dá para falar do Duo sem mencionar a dobradiça. É uma obra de engenharia. Ela oferece diferentes níveis de resistência: você pode deixá-lo semiaberto para ler uma notificação ou abri-lo totalmente. Quando você termina de abrir, há um "click" extremamente satisfatório que passa a sensação de que tudo está perfeitamente alinhado.

Veredito: Ele é perfeito? Não. Alguns aplicativos ainda não foram otimizados para esse formato, então você ainda vai encontrar algumas barras pretas na tela de vez em quando.

Porém, comparado a tudo o que existe no mercado hoje, o iPhone Duo está em outro nível. É o primeiro dobrável que não parece um experimento de laboratório, mas sim um produto finalizado.

Se você conseguir aguentar a fila de espera das pré-vendas, pode ir sem medo: ele vale cada centavo do hype.

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