Cientistas criaram filtros minúsculos com furos tão pequenos que conseguem separar moléculas com uma precisão impressionante. Essa tecnologia pode transformar a forma como tratamos esgotos e reduzimos a poluição das indústrias. E, sendo bem honesto? Talvez seja uma das descobertas mais empolgantes para a água limpa que apareceram nos últimos anos.
Cientistas descobriram que uma pequena parte do nosso código genético — menos de 0,1% do genoma inteiro — pode ser responsável pela nossa incrível capacidade de falar, ler e escrever. E o mais interessante? Esses "interruptores" genéticos já estavam presentes nos neandertais. Isso sugere que a habilidade para a linguagem é muito mais antiga do que jamais imaginamos.
Cientistas criaram um chip de computador inspirado no cérebro que funciona em temperaturas mais frias que o espaço sideral. E ele pode resolver um dos maiores problemas da computação quântica. O segredo? Um material que você talvez já tenha na garagem.
Pesquisadores de Stanford descobriram um tratamento capaz de regenerar cartilagem perdida e potencialmente reverter a artrite. O método atua sobre uma proteína que aumenta com o envelhecimento. Os resultados foram impressionantes em camundongos e também funcionaram em amostras de tecido humano. A descoberta traz esperança para milhões de pessoas que sofrem com dores nas articulações.
Cientistas descobriram como criar pequenas bolas de fogo nuclear em laboratório. E não, eles não enlouqueceram. Essas recreações em miniatura podem ajudar a prever exatamente para onde vai a fallout radioativa mortal. Potencialmente, milhões de vidas podem ser salvas com isso.
Lá no fundo do seu cérebro, existe um exército inteiro de células em forma de estrela. Elas estão bem ali, escondidas à vista de todos, mexendo os pinos das suas emoções, das suas decisões, até da sua vontade de não desistir quando tudo parece difícil. E o que os pesquisadores estão descobrindo sobre esses pequenas centrais de energia pode mudar por completo a forma como a gente se vê.
Cientistas há muito tentam conciliar a física quântica com a relatividade de Einstein. E um estudo recente sugere que a resposta pode ser mais estranha do que imaginávamos: o tempo talvez só exista em certas condições. Um físico brasileiro lançou a ideia de que o tempo pode ir “freando” aos poucos conforme o universo se expande e fica cada vez mais plano. Confesso que isso me deixou com a cabeça girando — no melhor sentido possível.
Em 1957, uma fábrica secreta de plutônio da Grã-Bretanha quase se tornou o primeiro acidente nuclear do mundo — e provavelmente você nunca ouviu falar dessa história. O caso envolve espionagem da Guerra Fria, um núcleo de reator brilhando em vermelho, e os filtros de fumaça mais ironicamente importantes já instalados.
Estudantes que participavam do que deveria ser uma escavação de treinamento tediosa encontraram uma vala común do século IX a poucos quilômetros de Cambridge. Um dos corpos pertencia a um homem que teria sido considerado um gigante literal em sua época. Mas é aqui que a história fica realmente estranha: ele tinha um furo perfurado no crânio.
Em 1991, mergulhadores exploravam um naufrágio desconhecido na costa de Nova Jersey quando encontraram algo que nunca esperavam — um submarino alemão da Segunda Guerra Mundial. O que se seguiu foi uma missão longa e perigosa para descobrir a identidade do casco, com misturas de gases experimentais, navegação pela memória e corpos ainda presos lá dentro.
Um estudo enorme ao longo de 30 anos acabou de revelar algo que pode te surpreender: existe um momento específico para fazer treino de força que pode te ajudar a viver mais. E fazer mais não significa necessariamente viver melhor.
Cientistas acompanharam quase 150 mil pessoas e descobriram que 90 a 120 minutos de treino com pesos por semana é o ponto ideal para reduzir o risco de morte por diversas causas.
Você provavelmente nunca deu muita atenção ao gramado enquanto assistia seus jogadores favoritos marcarem aqueles gols incríveis. Mas por trás de cada campo perfeito na Copa do Mundo de 2026, há uma equipe de especialistas trabalhando sem parar. Conversei com o pessoal responsável pelo campo de treino da Costa do Marfim, e, na real? Essas pessoas são detallhistas ao extremo — e digo isso no melhor sentido da palavra.
Um novo estudo levanta uma questão surpreendente: e se as plantas forem seres conscientes? Com memória, percepção e até capacidade de aprendizado. Se isso se confirmar, nossa visão sobre inteligência vai virar de cabeça para baixo. E vamos perceber que não somos tão especiais quanto pensávamos.
Já se perguntou o que é preciso para preparar um campo de futebol para o maior torneio de soccer do mundo? Spoiler: é muito mais intenso do que aquela sessão de poda do quintal no fim de semana. Recentemente, mergulhei no mundo dos bastidores da manutenção profissional de campos, e sinceramente? O gramado do meu quintal tem vergonha de se chamar grama.
Imagine mandar seu piloto para um voo de treinamento rotineiro com uma arma nuclear presa embaixo do avião — e então assistir ele deslizar pela lateral do porta-aviões e cair no Oceano Pacífico. Foi exatamente o que aconteceu em 1965, e até hoje ninguém faz ideia de onde aquela bomba foi parar.
Recentemente descobri algo que mudou completamente a minha forma de pensar sobre o destruidor de papel — e, pra ser sincera, é um pouco vergonhoso ter demorado tanto para perceber. Aquela pilha de papel picado que fica ali no cesto não é apenas lixo esperando para ser reciclado. É um verdadeiro tesouro para o jardim, escondido bem diante dos meus olhos. Deixa eu te contar o que aprendi.
Depois de anos fingindo que os formigamentos nos dedos e as dores nos ombros eram apenas "coisa do trabalho", finalmente testei um teclado ergonômico que não te obriga a reaprender a digitar do zero. E é por isso que o Logitech Ergo K860 pode ser o primeiro passo pra quem quer começar a cuidar das mãos de verdade.
O novo Mobi Fold da Logitech dobra até ficar pequeno o suficiente para caber no bolso — mas abre e vira um mouse de tamanho normal que não parece ser uma solução improvisada. Depois de testar um pouco, acho que ele pode resolver um dos problemas mais chatos de quem trabalha viajando.
Ötzi, o Homem do Gelo, está congelado em algum cofre de museu há mais de três décadas. E mesmo assim, ainda consegue nos surpreender com novas descobertas científicas. Pesquisadores encontraram recentemente algo inesperado nos restos mortais de 5.300 anos: microrganismos que viajaram pelo tempo todo. E o melhor: usaram eles para fazer pão. Isso mesmo, pão de um cara que morreu antes mesmo das pirâmides existirem.
Aquele arrepio na espinha quando você vê um rato correndo pela plataforma do metrô às duas da manhã? Acontece que nós, humanos, podemos ser parte do problema — e tudo se resume a algo tão simples quanto os sacos de lixo que usamos. Fui pesquisar a fundo e a resposta é, na real, bem fascinante (e um pouquinho horrível).