No veneno da sapo-do-deserto esconde-se um psicodélico que está chamando a atenção de neurocientistas a bilionários biohackers. Ele age rápido, é mais potente e pode mesmo ajudar no combate à depressão — mas também desperta questões malucas sobre consciência, cura e se estamos correndo atrás do tipo errado de imortalidade.
Cientistas na República Dominicana fizeram uma descoberta maluca: abelhas de milhares de anos atrás viviam dentro de ossos fossilizados de animais. Tudo começou com uma observação simples durante a limpeza de fósseis e virou uma das raras joias da paleontologia. Prova de que até nossos vizinhos minúsculos são mestres em sobrevivência.
Criônica — o processo de congelar cérebros humanos em nitrogênio líquido — está ficando mais barata e viável. Mas surge uma questão intrigante: se um dia conseguirmos reanimar um cérebro congelado, a pessoa será a mesma? Vamos mergulhar nessa encruzilhada entre ciência, filosofia e esperança.
Cientistas acabaram de descobrir um fóssil de 500 milhões de anos com uma característica que vira do avesso tudo o que sabíamos sobre a origem das aranhas e seus parentes. Esse pequeno predador ancestral, escondido por décadas em uma coleção de museu, obriga a gente a reescrever a história de um dos grupos animais mais bem-sucedidos da natureza.
Imagine passar do silêncio total ao som da voz da sua mãe em poucos meses, com apenas uma injeção minúscula. Foi isso que dez pacientes vivenciaram em um teste pioneiro de terapia gênica. E isso está revolucionando o que sabíamos sobre tratar surdez genética.
Arqueólogos acabaram de descobrir, bem debaixo de uma mesquita medieval na Síria, uma inscrição antiga e misteriosa. Ela pode finalmente revelar o paradeiro do lendário Templo do Sol, um enigma de séculos. Essa achado tem tudo para revolucionar o que sabemos sobre a história religiosa no Oriente Médio.
O que começou como uma reforma de rotina em uma casa em Viena virou um momento inesquecível. Um encanador avistou algo estranho saindo do piso do porão. Movido pela curiosidade, pegou uma pá e desenterrou um baú repleto de quase 32 quilos de moedas de ouro. E o melhor? Pela lei austríaca, ele fica com metade do tesouro.
Em 1864, um submarino confederado entrou para a história ao afundar um navio de guerra da União — mas afundou junto com toda a tripulação na mesma noite. Mais de um século depois, quando o naufrágio foi descoberto, os pesquisadores viram algo impossível: os marinheiros sentados calmamente em seus postos, sem sinal de pânico ou luta. Foi preciso um aluno brilhante de pós-graduação e um trabalho detetivesco criativo para desvendar o que de fato aconteceu nos instantes finais.
Depois de mais de 50 anos, a NASA acabou de lançar quatro astronautas corajosos em uma missão para voar ao redor da Lua. Não é só uma viagem nostálgica — é o pontapé inicial para o retorno da humanidade à exploração lunar, e isso vai revolucionar tudo o que sabemos sobre viagens espaciais.
Esquece Las Vegas — os nativos americanos já rolavam dados na Era do Gelo. Um estudo revolucionário mostra que caçadores-coletores antigos criaram e usaram dados milhares de anos antes de qualquer europeu sonhar com jogos de azar. Isso vira do avesso tudo o que sabíamos sobre a origem da probabilidade e do jogo.
Cientistas acabam de descobrir algo incrível dentro de tumores colorretais: uma assinatura microbiana única, que nenhum outro câncer apresenta. Essa revelação pode revolucionar o diagnóstico e o tratamento do câncer de cólon. E mostra por que os microrganismos que vivem no nosso corpo são tão importantes quanto as próprias células cancerosas.
Imagine um laser feito de som, não de luz. Cientistas acabaram de criar um tão preciso que pode mudar para sempre como navegamos pelo planeta. E ele pode ser bem melhor que o GPS do seu celular.
Sob uma cidade da Pensilvânia, uma mina de carvão queima sem parar desde 1962. E deve continuar por mais 250 anos. Tudo começou com uma boa intenção: limpar um lixão. Virou um dos piores desastres ambientais dos EUA. No fim, apagou uma comunidade inteira do mapa.
Por séculos, a Grande Pirâmide nos deixa intrigados. Como os antigos ergueram milhões de blocos gigantescos em uma estrutura mais alta que um prédio de 50 andares, sem máquinas modernas? Um cientista esperto usou um algoritmo de computador e descobriu uma rampa escondida — que estava ali o tempo todo, literalmente embutida na própria pirâmide.
Pesquisadores encontraram uma cupim de forma tão esquisita numa floresta da América do Sul que batizaram o bicho de Moby Dick, a baleia famosa de Herman Melville. Esse inseto minúsculo deixa os cientistas curiosos: quantas outras criaturas incrivelmente estranhas ainda se escondem à vista de todos nas florestas tropicais do planeta?
Uma suposta descoberta bombástica de "corpos alienígenas" levada ao Congresso do México acabou sendo uma grande farsa. Mas, por acidente, jogou luz sobre algo bem mais sombrio: uma rede internacional de saques de túmulos que rouba milhares de restos humanos antigos do Peru. A história mostra como tesouros arqueológicos, artefatos saqueados e mercados negros na internet formam a tempestade perfeita para o roubo cultural.
Cientistas sul-coreanos acabam de descobrir um filhote de dinossauro de 113 milhões de anos. Batizaram o bichinho de um personagem querido de um desenho animado coreano. Com tecnologia de ponta de escaneamento, revelaram que essa criaturinha fofa e peluda era tipo o equivalente jurássico de um cordeirinho bonitinho.
Imagine acordar depois de um procedimento médico simples e ouvir a voz da sua mãe pela primeira vez na vida. Foi exatamente isso que aconteceu com uma menina de sete anos na China, que participou de um teste pioneiro de terapia genética. Ele está mudando tudo o que sabíamos sobre surdez genética.
Um homem de Wisconsin resolveu fazer o que a maioria de nós acharia loucura total: se deixou morder voluntariamente por serpentes venenosas centenas de vezes. Agora, cientistas usam seu sistema imunológico sobre-humano para criar um antiveneno universal que pode salvar milhões de vidas.
Pesquisadores de Varsóvia descobriram uma forma esperta de simplificar e baratear a criptografia quântica. Eles pegaram um fenômeno óptico antigo, do século 19, o efeito Talbot, e criaram um sistema de segurança quântica com peças comuns de prateleira. Precisa de bem menos calibração chata que os métodos tradicionais.