Lembra daquela banda indie massa que você curtia e de repente bombou em todas as rádios? Pois é exatamente isso que tá rolando com o Feeld, o app de paquera que era refúgio pra relacionamentos nada convencionais. Agora, os usuários antigos veem seu cantinho digital virar algo que mal reconhecem.
Imagine uma IA capaz de devorar uma série inteira de livros de uma vez, ou analisar milhares de documentos ao mesmo tempo. Graças a uma técnica esperta chamada Ulysses Sequence Parallelism, estamos mais perto disso – e ela resolve uma das maiores dores de cabeça no desenvolvimento de IA.
A gigante das placas de vídeo, que deu o pontapé na revolução da IA, está preparando algo grande: agentes de inteligência artificial potentes ao alcance de todo mundo. Pelo que andam dizendo por aí, a Nvidia vai abrir o código de uma plataforma de IA capaz de democratizar essa tecnologia como nunca antes.
Imagine pedir comida pelo app e ele achar que você está de repente no Irã, a centenas de quilômetros do seu endereço real. É exatamente isso que tem acontecido com gente no Oriente Médio todo. E o culpado não é um bug no software — é algo bem mais intrigante e preocupante.
Cientistas acabaram de descobrir que um cometa interestelar cruzando nosso Sistema Solar está recheado de álcool – mais precisamente, metanol. É como se o universo tivesse mandado um drinque cósmico, e, olha, eu topo na hora.
A potência industrial da Alemanha é invejada pelo mundo há décadas. Mas o que sempre sustentou seu sucesso econômico agora ameaça comprometer o futuro. O país da engenharia de precisão e da excelência na manufatura encara uma dura realidade na era da transformação digital.
Imagine se a Amazon sumisse do mapa da noite pro dia — só que essa "Amazon" vendia senhas roubadas e números de cartões de crédito, não livros. É basicamente o que rolou quando as autoridades derrubaram o LeakBase, um dos maiores bazares de crimes cibernéticos da internet.
A China acabou de estacionar um "supercomputador flutuante" de 30 mil toneladas no Golfo de Omã. Equipado com sensores que alcançam 6 mil quilômetros, ele monitora uma das regiões mais instáveis do planeta. Não é só mais um navio: é o futuro da vigilância marítima, um jogo de esconde-esconde high-tech nos oceanos.
A Microsoft tem mania de "consertar" o que não estava estragado. E as últimas jogadas deles podem ter passado de todos os limites. Às vezes, as funções mais essenciais são as que a gente nem nota — até elas sumirem.
Cientistas estão mergulhando no mundo microscópico dos vermes para desvendar os segredos moleculares por trás da cooperação em alguns bichos — e do egoísmo em outros. As descobertas podem mudar tudo, de robôs a nossa própria vida social.
Um mantenedor de uma biblioteca Python usou IA para reescrever todo o código e trocou a licença copyleft por uma permissiva. Isso gerou uma briga feia: será que "legal do ponto de vista técnico" é o mesmo que "certo moralmente"? Essa polêmica técnica expõe um dilema maior sobre o futuro da colaboração em open source num mundo dominado por IA.
Os óculos inteligentes Ray-Ban Meta prometiam revolucionar a captura de memórias, mas relatos mostram que algumas gravações estão caindo em mãos erradas — inclusive momentos íntimos no banheiro. Esse novo escândalo de privacidade faz a gente questionar: estamos prontos para um mundo onde câmeras estão literalmente em todo lugar?
Em 1908, apenas cinco anos após o primeiro voo dos irmãos Wright, o jovem oficial do Exército Thomas Selfridge virou a primeira vítima da aviação. Sua história é de partir o coração e ao mesmo tempo inspiradora — um lembrete da coragem absurda necessária para desafiar os limites do voo humano, quando os aviões eram pouco mais que experimentos voadores.
Com Denis Villeneuve possivelmente levando esse clássico às telonas, é hora de revisitar por que uma história de 50 anos sobre humanos competentes encontrando aliens verdadeiramente extraterrestres pode ser exatamente o que a ficção científica precisa agora. Spoiler: não tem nada a ver com batalhas a laser ou salvadores predestinados.
A inteligência artificial já está mudando nossa forma de trabalhar, investir e tomar decisões. Agora, ela bate à porta de um dos setores mais baseados em relações: o venture capital. Será que algoritmos vão decidir em breve quais startups recebem investimento?
O Bluesky, rede social descentralizada que anda dando trabalho pro Twitter/X, acabou de anunciar uma mudança bombástica na liderança. A CEO Jay Graber está deixando o cargo, e o timing não poderia ser mais curioso, logo depois dessa explosão de crescimento recente.
Depois de décadas de promessas de ficção científica, o governo federal dos EUA acaba de anunciar um programa piloto que pode colocar carros voadores nos céus americanos ainda este verão. Não são as naves dos Jetsons, mas podem mudar para sempre nossa visão sobre transporte.
Yann LeCun, o gênio por trás de várias revoluções na IA, acabou de captar US$ 1 bilhão para o projeto mais ousado da sua carreira. Em vez de mais um chatbot, ele quer desenvolver uma IA que entenda de verdade como o mundo físico funciona. E isso pode mudar tudo.
A Grammarly acabou de lançar algo incrível: uma IA que imita o estilo de escrita de autores famosos para dar feedback no seu texto. Imagine receber dicas de edição direto do Shakespeare, do Hemingway ou até de escritores atuais, tudo movido a inteligência artificial.
A Irlanda desligou sua última usina a carvão, juntando-se ao clube crescente de países europeus que se despediram de vez dessa fonte de energia suja. Pode parecer só mais um marco ambiental, mas os efeitos em cascata podem mudar nossa visão sobre independência energética e ação climática.