Da próxima vez que você curtir uma fatia de queijo artesanal, tem algo interessante para pensar: as mesmas bactérias que criam aqueles sabores complexos podem também estar dando uma forcinha para o seu sistema digestivo. Cientistas descobriram que a mágica microbiana por trás de alguns queijos britânicos deliciosos pode funcionar como um reforço para a saúde intestinal.
O telescópio James Webb continua revelando mistérios do cosmos, e sua descoberta mais recente pode ser a mais estranha de todas — milhares de pequenos pontos vermelhos como rubi espalhados pelo universo primitivo, e ninguém consegue explicar direito o que são. Agora, os pesquisadores acham que finalmente descobriram a resposta: o que esses objetos misteriosos são e para onde desaparecem conforme o universo envelhece.
O rover Perseverance da NASA acabou de capturar algo que me fez parar e refletir sobre nosso lugar no universo: a Terra, desaparecendo atrás de Fobos, a lua de Marte. A 300 milhões de quilômetros de distância, nosso planeta inteiro não passava de um único pixel de luz. Deixe isso assentar na sua mente por um momento.
Cientistas debatem há décadas se o nosso planeta poderia, na verdade, ser um único organismo autorregulável — e, sinceramente, as evidências são mais convincentes do que você talvez imagine.
Pesquisadores descobriram que a digoxina, um medicamento com mais de um século de uso e que custa menos de dez centavos por dia, pode reduzir em 25% as internações por insuficiência cardíaca. Três novos estudos feitos na Holanda sugerem que esse remédio esquecido merece voltar a fazer parte do tratamento padrão para insuficiência cardíaca, podendo mudar a forma como médicos de todo o mundo cuidam de milhões de pacientes.
Num avanço que parece coisa de ficção científica, pesquisadores conseguiram cultivar um córtex cerebral a partir de células-tronco de camundongos, tudo dentro de uma placa de laboratório. Mas tem um detalhe curioso: embora esse mini-cérebro produza os ingredientes certos, ele não consegue montar a receita como deve ser. A descoberta está nos ensinando algo fascinante sobre o que faz cérebros reais se desenvolverem com tanta precisão — e o que pode estar faltando quando tentamos replicar a natureza.
Cientistas descobriram fósseis minúsculos com 1,7 bilhão de anos. Eles podem ajudar a entender um dos maiores mistérios da biologia. Como passamos de organismos unicelulares microscópicos para tudo o que existe hoje, de árvores de carvalho a polvos? Acontece que a resposta pode estar escondida em lugares muito remotos e inesperados aqui na Terra.
Pesquisadores descobriram que um nutriente bastante comum pode ser a chave para manter suas usinas de energia celular jovens e funcionais. O segredo? Uma molécula que mantém suas mitocôndrias flexíveis e adaptáveis — e o melhor de tudo é que você provavelmente já está consumindo esse nutriente através da sua alimentação.
Imagine que você coloca a mão numa caixa vazia e descobre que, no fundo, ela está cheia de coisinhas minúsculas e invisíveis, que aparecem e desaparecem num piscar de olhos. É basicamente isso que a mecânica quântica vem nos dizendo sobre o espaço vazio há quase um século. E agora, finalmente, os pesquisadores podem ter a prova que precisavam.
Cientistas descobriram que uma proteína chamada GRK2, quando inativa, se acumula nas células cerebrais e cria um ciclo vicioso que agrava o Alzheimer. E tem mais: eles encontraram um composto que pode quebrar esse ciclo.
Quando George Bird, de 24 anos, olhou para uma pedra solitária erguida em uma floresta de Derbyshire, algo não batía certo. Ele não conseguia escapar da sensação de que havia muito mais naquela história — e sua intuição levou arqueólogos a descobrir um local ritual de 3.700 anos escondido bem debaixo do nariz de todos.
O Monte Rainier é uma bomba-relógio que tic-tac sem ninguém perceber, e o pior? Ele nem precisa entrar em erupção para dizimar comunidades inteiras ao redor de Seattle. Cientistas estão correndo para entender esses fluxos mortais de lama chamados lahares, e sinceramente? Nós deveríamos prestar atenção nisso.
Cientistas descobriram que um tipo específico de "cirurgia da memória" pode ajudar adultos a superar medos profundos de fracasso que vêm de críticas sofridas na infância. E a chave para isso pode surpreender você. Veja o que isso significa para quem sempre sentiu que precisava ser perfeito para ter valor.
Pesquisas recentes revelam que o aumento do CO2 na atmosfera pode estar provocando mudanças detectáveis na química do sangue humano. E as gerações mais jovens parecem ser as mais afetadas por essa transformação biológica que acontece aos poucos, quase sem ser percebida. Os pesquisadores alertam: pode ser que estejamos vivendo um experimento humano sem precedentes — sem nem perceber.
Imagina guardar todas as fotos, vídeos e arquivos que já criaste num espaço mais pequeno que um grão de sal. É essa a promessa do armazenamento de dados em ADN, e os investigadores acabaram de dar um passo enorme para tornar isto realidade, com um dispositivo que consome 100 vezes menos energia do que a tecnologia que usamos hoje.
Cientistas descobriram um padrão preocupante. O nitrito de sódio — o mesmo conservante usado em bacon e frios — está ligado a um aumento nos suicídios entre jovens no Reino Unido. Uma pesquisa recente mostra que essa substância, tão fácil de encontrar, pode estar causando muito mais mortes do que qualquer um imaginava.
Cientistas talvez acabem de resolver um dos quebra-cabeças mais fascinantes da história — a misteriosa escrita da Ilha de Páscoa. E, sendo bem honesta, as descobertas são bem mais interessantes do que eu esperava.
Cientistas criaram um gel revolucionário que pode reconstruir o esmalte dos dentes usando as mesmas proteínas que nossos corpos utilizam para formar os dentes. Isso pode significar adeus a cáries e obturações, e olá para um futuro onde nossos dentes se curam sozinhos. Surpreendente, né?
Cientistas de um colisor de partículas acabaram de encontrar pistas de que as partículas minúsculas que mantêm seus átomos unidos são muito mais estranhas do que qualquer livro didático sugere. A descoberta indica que a "cola" que mantém os prótons juntos pode estar carregando uma das propriedades mais fundamentais da matéria — e se eles estiverem certos, os livros de física vão precisar ser reescritos.
Cientistas acabaram de descobrir que tanto vermes marinhos quanto minhocas conseguem digerir o plástico original da natureza. E essa descoberta muda completamente o que a gente achava que sabia sobre como o carbono circula nos ecossistemas. É o tipo de achado que faz a gente se perguntar: o que mais a gente está deixando passar despercebido sobre o mundo natural?