Um estudo sueco pioneiro descobriu que fazer o exame de rastreamento de câncer colorretal pode reduzir em impressionantes 43% o risco de morrer pela doença. Os pesquisadores acompanharam mais de 376 mil pessoas por até 14 anos, e os resultados são difíceis de ignorar. Então, por que tantas pessoas ainda pulam esse exame que pode salvar suas vidas?
Você já ouviu dizer que somos o que comemos? As abelhas levam isso bem a sério — e são muito melhores cuidando da própria dieta do que os cientistas jamais imaginaram. Uma pesquisa recente mostrou que esses pequenos polinizadores conseguem perceber quando sua alimentação está desbalanceada e ajustam o quanto comem para compensar. E isso é muito mais importante do que você provavelmente imagina.
Depois de 80 anos intrigrando investigadores, a identidade do misterioso "Homem de Somerton" finalmente foi revelada com tecnologia avançada de DNA. E a história por trás da morte dele é mais estranha do que qualquer romance de mistério poderia imaginar.
Um pescador de arpão da Sicília desceu às águas profundas esperando encontrar uma grande rocha. O que ele encontrou foi um navio mercante romano perfeitamente preservado, cheio de centenas de jarros de argila antigos, ali parado por quase 2.000 anos esperando para ser redescoberto. Falando em estar no lugar certo na hora certa!
Arqueólogos que trabalham em um sítio arqueológico empoeirado no leste do Egito podem ter resuelto um mistério que intriga especialistas há mais de um século. Uma inscrição em pedra recém-descoberta pode apontar a localização da lendária cidade perdida de Mesn — e a história por trás dessa descoberta é, francamente, bem fascinante.
Cientistas acabaram de descobrir milhares de barris de resíduos radioativos no fundo do Oceano Atlântico Norte — e mal arranharam a superfície na busca por todos eles. É uma história sobre o que acontece quando enterramos nossos problemas mais perigosos nos lugares mais inconvenientes possíveis.
Algo muito estranho foi descoberto sobre sistemas quânticos. A energia que todos julgavam ser inútil pode, na verdade, esconder um tesouro. Pesquisadores da Universidade de Basileia acabaram de descobrir como extrair trabalho útil de partículas de luz que todos achavam perdidas para sempre.
Pesquisadores japoneses descobriram que revestir nanopartículas de prata com um polímero comum pode transformar a forma como cortamos e remontamos o DNA. A técnica pode abrir caminho para terapias genéticas mais eficientes, vacinas contra o câncer e plantas resistentes a doenças.
Cientistas finalmente resolveram um mistério que durava décadas. A questão era simples: o que acontece com o diamante quando submetido às pressões extremas encontradas no interior de planetas gigantes de gelo? Para chegar à resposta, os pesquisadores bombardearam pequenas amostras de diamante com lasers muito potentes. O trabalho deles pôs fim a uma divergência persistente entre experimentos de laboratório e previsões feitas por computador. Essa discrepância intrigava a comunidade física há cerca de 20 anos.
Cientistas descobriram que o cérebro usa ondas elétricas que viajam pelo tecido neural para dar sentido ao mundo caótico ao nosso redor. Essas ondas misteriosas podem explicar por que às vezes deixamos passar coisas que estão bem na nossa frente — e funcionam de um jeito bem parecido com a forma como a inteligência artificial aprende linguagem.
Cientistas descobriram que micros rugas no grafeno — um material com apenas um átomo de espessura — podem gerar efeitos elétricos apenas pela sua forma. É como descobrir que dobrar um pedaço de papel do jeito certo poderia transformá-lo em uma fonte de energia, só que estamos falando de estruturas menores que um vírus.
Cientistas criaram robôs absurdamente pequenos — menores que uma única célula — que usam luz para caçar e coletar bactérias, quase como equipes de limpeza microscópicas. Os bots são tão pequenos que podem operar diretamente no mundo microbiano, e estão abrindo possibilidades que antes só sonhávamos.
Físicos do MIT descobriram que elétrons em um material quântico conseguem se organizar em padrões muito semelhantes aos cristais de gelo se formando na água. Essa descoberta pode ajudar a desvendar os segredos de materiais que um dia podem substituir o silício em computadores extremamente poderosos.
Cientistas descobriram um processo natural no Ártico que pode fazer as partículas formadoras de nuvens dispararem perto do gelo marinho. A descoberta pode mudar fundamentalmente a forma como entendemos o aquecimento da região e fazemos previsões climáticas.
Imagine que você está lá, doing your thing, laying pipes, and boom — suddenly you hit a wall full of gold. Millions of dollars in gold, just sitting there. That’s exactly what happened to a construction crew in Belgium, and now everyone’s trying to figure out who hid it there and why.
Em 1964, um navio de pesquisa fotografou algo estranho no fundo do mar. A imagem era granulada, mas dava para ver o que parecia uma antena. De outro mundo. Teóricos da conspiração enlouqueceram com aquilo. Mas a verdade, surpreendentemente, é ainda mais fascinante do que qualquer explicação alienígena.
Cientistas conseguiram改造 uma bactéria comum do intestino para funcionar como uma pequena fábrica de medicamentos dentro de tumores no pâncreas. O tratamento age diretamente no local onde é mais necessário. Os resultados são especialmente animadores quando combinado com terapias já existentes.
Há cerca de 12 milhões de anos, a América do Sul abrigava a festa de jantar mais apavorante da pré-história — e um crocodiliano gigante era o astro principal. Pesquisas recentes mostram que o Purussaurus neivensis não era apenas mais um predador de grande porte. Ele reinava em um ecossistema tão cheio de gigantes que até as temidas "aves do terror" precisavam esperar sua vez.
Quando os pesquisadores olharam mais de perto uma câmara funerária do antigo Egito, encontraram algo surpreendente. Não era caos — era planejamento cuidadoso, feito ao longo de séculos. A história de como um túmulo foi evoluindo nos mostra algo bonito sobre como os egípcios tratavam seus mortos.
Albert Einstein um dia colocou um fator extra nas suas equações famosas. Depois, ele mesmo disse que tinha sido o maior erro da vida dele. Oras, passaram-se décadas. Ele abandonou aquela ideia. E adivinha? Esse mesmo "erro" voltou com tudo e se tornou a melhor explicação que temos para a aceleração da expansão do universo. É uma história e tanto. Um equívoco que acabou virando peça-chave de toda a cosmologia.