Pesquisadores criaram um chip espectrômetro minúsculo, quase invisível a olho nu, mas capaz de identificar a composição dos materiais. Em vez de depender de prismas e lentes grandes, a solução usa inteligência artificial e um projeto inteligente para abrir caminho para avanços na medicina, na segurança alimentar e no monitoramento ambiental.
Cientistas do maior acelerador de partículas do mundo podem ter encontrado uma brecha na nossa compreensão de como o Universo funciona. A teoria que usamos há meio século parece incompleta. A evidência ainda não é conclusiva, mas está mais perto do que qualquer coisa vista nas últimas décadas de revelar uma física totalmente nova.
E se a memória fraca e aquela sensação de cabeça pesada que a gente costuma atribuir à idade pudessem ser revertidas? Pesquisadores acabam de testar algo surpreendente: um spray nasal de duas doses que parece reparar parte dos estragos que o tempo causa no cérebro. Os resultados estão chamando atenção no mundo da neurociência.
Em 2017, pesquisadores acreditaram ter encontrado os animais microscópicos mais antigos já registrados. Mas outro grupo, usando tecnologia mais avançada, resolveu investigar de novo. E descobriu que o que todos pensavam serem tocas de seres minúsculos, na verdade, era outra coisa.
Arqueólogos subaquáticos revelaram uma das maiores operações de contrabando da Europa no século XVII. O segredo estava no fundo de um porto espanhol: um navio afundado, cheio de mercadorias ilegais vindas de vários países. O achado mostra que o comércio da época era bem mais intenso e clandestino do que os livros costumam contar.
Cientistas descobriram que a neblina está cheia de bactérias vivas que se alimentam de poluição e se reproduzem nas nuvens. Parece coisa de filme, mas é real. E pode estar ajudando a limpar o ar que respiramos.
Cientistas descobriram de onde veio boa parte dos planetas do nosso sistema solar. O segredo está em uma região que funcionava como uma verdadeira fábrica de planetas, bem ao lado de Júpiter, bilhões de anos atrás. Usando simulações de computador e dados reais de meteoritos, os pesquisadores conseguiram explicar como o sistema solar primitivo conseguiu gerar tantos tipos diferentes de corpos rochosos em um único local.
Cientistas finalmente resolveram um mistério cósmico que intrigava pesquisadores há 70 anos: como o plasma turbulento e caótico no espaço consegue gerar campos magnéticos enormes e organizados. A resposta veio de um padrão surpreendente escondido no meio do caos, revelado por simulações computacionais de potência impressionante.
A sonda Psyche da NASA acabou de usar a gravidade de Marte como uma rampa de impulso. Passou perto do planeta, ganhou velocidade e não gastou nem uma gota de combustível. O truque rendeu um presente extra: milhares de fotos e dados que vão ajudar a equipe a ajustar tudo antes da chegada ao asteroide.
Cientistas da USC descobriram uma enzima traiçoeira que pode estar alimentando o Alzheimer, principalmente em quem tem um risco genético específico. O melhor? Eles já testaram compostos experimentais que parecem reduzir essa enzima sem prejudicar outras funções importantes do cérebro.
Feijão e tofu não são só alimentos da moda. Eles podem ser uma das melhores armas contra a pressão alta. Um grande estudo global mostrou que consumir a quantidade certa de proteínas vegetais reduz em quase um terço o risco de hipertensão.
Suas células estão sempre se dividindo e copiando o DNA. De vez em quando, algo dá errado e a célula acaba com o dobro da quantidade de material genético que deveria ter. Pesquisadores descobriram que a forma como isso acontece define se a célula vai sobreviver ou se autodestruir. A descoberta pode mudar o jeito como tratamos o câncer.
A verdade incômoda que ninguém quer ouvir é esta: a IA provavelmente não vai acabar com o seu emprego. Mas alguém que sabe usar IA de verdade pode acabar com ele. Um estudo recente da Finlândia mostra que a divisão no trabalho não está entre humanos e máquinas. Está entre quem usa IA e quem não usa.
Há 40 anos, os médicos prescreviam betabloqueadores automaticamente para quem sobrevivia a um infarto. Como se fosse obrigatório. Agora, um estudo grande acaba de mostrar que, para muitos pacientes, esses remédios não fazem diferença nenhuma. E, em alguns casos, podem até piorar a situação — principalmente para as mulheres.
Cientistas descobriram como as células do cérebro reagem quando você toma remédios para emagrecer, como o Ozempic. Os neurônios são mais complexos do que se imaginava. Isso pode explicar por que o medicamento funciona melhor em algumas pessoas do que em outras.
Em âmbar antigo de Mianmar, cientistas encontraram um inseto estranho da era dos dinossauros. Em vez de patas comuns, ele tinha pinças enormes, parecidas com as de um caranguejo. A descoberta mostra que a natureza pode criar soluções parecidas para problemas de sobrevivência, mesmo em épocas e grupos bem diferentes.
Cientistas conseguiram olhar dentro de um fóssil de peixe de 380 milhões de anos usando uma tecnologia de imagem de ponta. O que viram pode explicar, enfim, como nossos ancestrais distantes saíram da água e conquistaram a terra firme. O achado revela um ser que era metade peixe, metade pioneiro — e completamente fascinante.
Pesquisadores que exploravam as profundezas perto das Ilhas Galápagos encontraram um polvo azul do tamanho de uma bola de golfe, fofo e completamente desconhecido. Só tinham um exemplar, então não podiam usar os métodos tradicionais de identificação. Em vez disso, apostaram em uma tecnologia avançada que permitiu olhar dentro dele sem precisar abri-lo.
A bactéria da sua boca pode ser a chave para explicar por que o suco de beterraba consegue baixar a pressão arterial. Um estudo recente mostrou que esse efeito natural varia conforme a idade — e o mecanismo por trás disso é bem curioso.
Cientistas descobriram uma forma de turbinar as células que nosso corpo já usa para combater o câncer. O truque é fazer isso sem alterar o DNA de forma definitiva. O resultado pode ser um tratamento mais barato, mais rápido e mais seguro do que os que usamos hoje.