Por décadas, achamos que entendíamos como os supervulcões funcionavam. Como o Yellowstone, por exemplo. Mas parece que estávamos completamente enganados.
Uma pesquisa nova revelou que o magma do Yellowstone não vem de onde todos imaginavam. A resposta envolve algo que os cientistas estão chamando de um "vento do manto" — uma corrente que circula bem embaixo da América do Norte.
Cientistas descobriram que uma forma modificada de vitamina B12 pode conseguir passar despercebida pelas defesas naturais do cérebro e levar medicamentos anticancerígenos diretamente aos tumores. É como encontrar uma porta dos fundos secreta numa fortaleza que ficou trancada contra tratamentos durante décadas. E os primeiros resultados? Sinceramente, me fizeram ler de novo para acreditar.
Hawaii está testando algo que parece bom demais para ser verdade — transformar redes de pesca e resíduos plásticos tirados do oceano em superfícies reais de estradas. E detalhe: pesquisas iniciais sugerem que essas "estradas de plástico" podem ser realmente tão boas (ou até melhores) para o meio ambiente do que o asfalto tradicional. Deixa eu te explicar o que eles estão fazendo e por que isso importa.
Cientistas descobriram um mecanismo biológico surpreendente por trás daquela barriguinha que parece inevitável com o passar dos anos. O problema não está apenas no corpo armazenando mais gordura. Na verdade, ele está produzindo mais gordura. Tudo graças a um tipo de célula-tronco recém-descoberta que entra em plena atividade durante a meia-idade.
Cientistas descobriram dois mundos alienígenas tão incrivelmente leves que fazem o algodão-doce parecer denso em comparação. Localizados a mais de mil anos-luz de distância, esses planetas "super-leves" desafiam tudo que pensávamos saber sobre como planetas se formam e se comportam. Acredite em mim, quando você souber o quão leves eles são, nunca mais vai olhar para Júpiter da mesma forma.
Cientistas descobriram que cada célula viva do nosso corpo emite pequenos pulsos de luz. Tão fracos que são impossíveis de ver a olho nu, mas que podem ser medidos com os equipamentos certos. Esse fenômeno, chamado de biofótons, pode ser justamente a peça que faltava para entendermos como nossas células se comunicam. E no futuro, talvez ajude médicos a identificar doenças como o câncer de formas que hoje nem conseguimos imaginar.
Passei muito tempo revirando os olhos para gadgets que prometem "fazer de tudo" mas não fazem nada direito. Mas quando ouvi falar de um robô aspirador que divide a base de carregamento com um aspirador de mão sem fio, precisei pesquisar mais — e o que encontrei é surpreendentemente interessante.
Um estudo surpreendente mostrou que o cérebro simplesmente não reconhece a frutose como um alimento que sacia. Isso acontece mesmo quando você comeu a mesma quantidade de calorias vindas da glicose. Os pesquisadores descobriram que esses dois açúcares seguem caminhos bem diferentes até o cérebro — e um deles mal consegue avisar seus hormônios da fome sobre qualquer coisa útil.
Aquele peixinho dourado que seu filho ganhou na festa junina? Pode ser um verdadeiro agente do caos ambiental. Uma nova pesquisa mostra que quando os goldfish escapam para a natureza, eles podem provocar mudanças devastadoras nos ecossistemas de lagos. E os cientistas estão em alerta.
Pesquisadores criaram um material sólido capaz de converter a luz solar visível em luz ultravioleta. Há poucos anos, isso parecia praticamente impossível.
Essa descoberta pode abrir portas para purificadores de ar que funcionam com energia solar, impressoras 3D que dispensam eletricidade e outras tecnologias que parecem saídas de filmes de ficção científica.
Enquanto caminhava pelo terreno pedregoso do Marrocos, um cientista percebeu algo em rochas antigas que não deveria existir — traços de vida microbiana em um ambiente subaquático profundo e escuro, onde os cientistas achavam que era impossível.
Cientistas descobriram que a Terra pode ter estado, silenciosamente, "semeando" Vênus com vida microscópica por bilhões de anos — e os números são impressionantes. Antes de ignorar isso como ficção científica, saiba que a pesquisa se baseia em física real e dados planetários concretos.
Pense em entrar em uma loja de animais e enxergar possibilidade científica onde outros só veem produtos para pets. Foi exatamente isso que aconteceu com Michael Riddle, um estudante de medicina quebrado que encontrou um aquário de vinte dólares e teve uma ideia maluca que pode mudar a medicina para sempre.
Astrônomos que usam o telescópio espacial chinês Einstein Probe captaram algo incrível em julho de 2025 — uma fonte de raios-X tão brilhante e estranha que pode representar a primeira vez em que testemunhamos diretamente um buraco negro de médio porte devorando uma anã branca. A descoberta deixou os cientistas absolutamente animados, e sinceramente, o universo acabou de ficar muito mais interessante.
Cientistas descobriram uma aranha na floresta tropical australiana que usa uma armadilha absurdamente engenhosa: fios de seda que funcionam como uma mola para lançar formigas a dezenas de centímetros no ar. É basicamente uma arma de cerco medieval da natureza — só que bem mais legal.
Cientistas reconstruíram o sistema de rádio de Amelia Earhart e usaram-no para reduzir as opções sobre onde seu avião provavelmente caiu. Isso nos aproxima mais do que nunca de resolver um dos desaparecimentos mais fascinantes da história.
Em 1975, um navio de carga atingiu a Ponte Tasman, na Austrália, fazendo carros despencarem nas águas escuras abaixo. Alguns motoristas sobreviveram por pura sorte, mas a verdadeira história está no que veio depois — quando 100 mil pessoas se viram presas em lados opostos de um rio por quase três anos.
Depois de anos penando com metrô atrasado e trânsito parado, finalmente descobri a arma secreta que todo morador de cidade precisa — e cabe direitinho na mão.
Imagina perder um molar aos 45 anos e, em vez de colocar um implante falso, simplesmente fazer nascer um dente novo. Parece coisa de filme de ficção científica, né? Pois segure-se: pesquisadores no Japão podem estar transformando isso em realidade, e a ciência por trás disso é simplesmente fascinante.
Cientistas fizeram algo que parece coisa de ficção científica: conseguiram reverter células humanas a um estado mais jovem. Não se trata de cremes ou dietas — é uma viagem no tempo em nível celular, e pode mudar tudo o que a gente achava que sabia sobre o envelhecimento.