Imagine físicos fazendo cálculo só com aritmética básica. Ou desenvolvedores web montando sites sem HTML. É mais ou menos onde a IA está hoje: presa a ferramentas inadequadas. Uma proposta nova e instigante, a "lógica tensorial", pode ser o avanço que ela tanto esperava.
Campanhas políticas estão abandonando os métodos tradicionais de doação. O motivo? Novas tecnologias que prometem revolucionar a forma de captar recursos.
Hoje em dia, os candidatos estão usando apelos personalizados com inteligência artificial. Também aceitam doações em criptomoedas. O resultado? A arrecadação está mudando de forma rápida — e isso está transformando a política como a gente conhece.
O Irã acabou de soltar avisos pesados sobre atacar empresas de tecnologia americanas, com as tensões no Oriente Médio em alta. Pode parecer cena de romance cyberpunk, mas é uma ameaça real que pode bagunçar apps e serviços que milhões usam todo dia.
A Nvidia acabou de anunciar que vai torrar 26 bilhões de dólares em modelos de IA de peso aberto. Todo mundo ficou coçando a cabeça: por que a empresa que enriqueceu com chips de IA proprietários agora pula pro open-source? A resposta pode te surpreender.
Lembra do "Livro de Queimadas" de Meninas Malvadas? Pois agora ganhou uma versão high-tech. Alunos estão usando ferramentas de IA para criar sites anônimos que zoam e humilham professores, transformando inteligência artificial em arma de vingança adolescente. Um pesadelo digital que deixa os educadores em dúvida se estão seguros na própria sala de aula.
Grammarly, o assistente de escrita com IA que milhões de nós usamos todo dia, agora enfrenta uma ação coletiva por causa do recurso "Expert Review". A briga na justiça levanta questões intrigantes: o que rola quando a IA promete expertise humana, mas não entrega o que o usuário pagou?
Lembra daquela banda indie massa que você curtia e de repente bombou em todas as rádios? Pois é exatamente isso que tá rolando com o Feeld, o app de paquera que era refúgio pra relacionamentos nada convencionais. Agora, os usuários antigos veem seu cantinho digital virar algo que mal reconhecem.
Imagine uma IA capaz de devorar uma série inteira de livros de uma vez, ou analisar milhares de documentos ao mesmo tempo. Graças a uma técnica esperta chamada Ulysses Sequence Parallelism, estamos mais perto disso – e ela resolve uma das maiores dores de cabeça no desenvolvimento de IA.
A gigante das placas de vídeo, que deu o pontapé na revolução da IA, está preparando algo grande: agentes de inteligência artificial potentes ao alcance de todo mundo. Pelo que andam dizendo por aí, a Nvidia vai abrir o código de uma plataforma de IA capaz de democratizar essa tecnologia como nunca antes.
Imagine pedir comida pelo app e ele achar que você está de repente no Irã, a centenas de quilômetros do seu endereço real. É exatamente isso que tem acontecido com gente no Oriente Médio todo. E o culpado não é um bug no software — é algo bem mais intrigante e preocupante.
Cientistas acabaram de descobrir que um cometa interestelar cruzando nosso Sistema Solar está recheado de álcool – mais precisamente, metanol. É como se o universo tivesse mandado um drinque cósmico, e, olha, eu topo na hora.
A potência industrial da Alemanha é invejada pelo mundo há décadas. Mas o que sempre sustentou seu sucesso econômico agora ameaça comprometer o futuro. O país da engenharia de precisão e da excelência na manufatura encara uma dura realidade na era da transformação digital.
Imagine se a Amazon sumisse do mapa da noite pro dia — só que essa "Amazon" vendia senhas roubadas e números de cartões de crédito, não livros. É basicamente o que rolou quando as autoridades derrubaram o LeakBase, um dos maiores bazares de crimes cibernéticos da internet.
A China acabou de estacionar um "supercomputador flutuante" de 30 mil toneladas no Golfo de Omã. Equipado com sensores que alcançam 6 mil quilômetros, ele monitora uma das regiões mais instáveis do planeta. Não é só mais um navio: é o futuro da vigilância marítima, um jogo de esconde-esconde high-tech nos oceanos.
A Microsoft tem mania de "consertar" o que não estava estragado. E as últimas jogadas deles podem ter passado de todos os limites. Às vezes, as funções mais essenciais são as que a gente nem nota — até elas sumirem.
Cientistas estão mergulhando no mundo microscópico dos vermes para desvendar os segredos moleculares por trás da cooperação em alguns bichos — e do egoísmo em outros. As descobertas podem mudar tudo, de robôs a nossa própria vida social.
Um mantenedor de uma biblioteca Python usou IA para reescrever todo o código e trocou a licença copyleft por uma permissiva. Isso gerou uma briga feia: será que "legal do ponto de vista técnico" é o mesmo que "certo moralmente"? Essa polêmica técnica expõe um dilema maior sobre o futuro da colaboração em open source num mundo dominado por IA.
Os óculos inteligentes Ray-Ban Meta prometiam revolucionar a captura de memórias, mas relatos mostram que algumas gravações estão caindo em mãos erradas — inclusive momentos íntimos no banheiro. Esse novo escândalo de privacidade faz a gente questionar: estamos prontos para um mundo onde câmeras estão literalmente em todo lugar?
Em 1908, apenas cinco anos após o primeiro voo dos irmãos Wright, o jovem oficial do Exército Thomas Selfridge virou a primeira vítima da aviação. Sua história é de partir o coração e ao mesmo tempo inspiradora — um lembrete da coragem absurda necessária para desafiar os limites do voo humano, quando os aviões eram pouco mais que experimentos voadores.
Com Denis Villeneuve possivelmente levando esse clássico às telonas, é hora de revisitar por que uma história de 50 anos sobre humanos competentes encontrando aliens verdadeiramente extraterrestres pode ser exatamente o que a ficção científica precisa agora. Spoiler: não tem nada a ver com batalhas a laser ou salvadores predestinados.