A inteligência artificial já está mudando nossa forma de trabalhar, investir e tomar decisões. Agora, ela bate à porta de um dos setores mais baseados em relações: o venture capital. Será que algoritmos vão decidir em breve quais startups recebem investimento?
O Bluesky, rede social descentralizada que anda dando trabalho pro Twitter/X, acabou de anunciar uma mudança bombástica na liderança. A CEO Jay Graber está deixando o cargo, e o timing não poderia ser mais curioso, logo depois dessa explosão de crescimento recente.
Depois de décadas de promessas de ficção científica, o governo federal dos EUA acaba de anunciar um programa piloto que pode colocar carros voadores nos céus americanos ainda este verão. Não são as naves dos Jetsons, mas podem mudar para sempre nossa visão sobre transporte.
Yann LeCun, o gênio por trás de várias revoluções na IA, acabou de captar US$ 1 bilhão para o projeto mais ousado da sua carreira. Em vez de mais um chatbot, ele quer desenvolver uma IA que entenda de verdade como o mundo físico funciona. E isso pode mudar tudo.
A Grammarly acabou de lançar algo incrível: uma IA que imita o estilo de escrita de autores famosos para dar feedback no seu texto. Imagine receber dicas de edição direto do Shakespeare, do Hemingway ou até de escritores atuais, tudo movido a inteligência artificial.
A Irlanda desligou sua última usina a carvão, juntando-se ao clube crescente de países europeus que se despediram de vez dessa fonte de energia suja. Pode parecer só mais um marco ambiental, mas os efeitos em cascata podem mudar nossa visão sobre independência energética e ação climática.
Enquanto Apple e Google brigam pelo trono dos smartphones, uma empresa finlandesa miúda chamada Jolla prepara, em silêncio, algo totalmente diferente: um celular que coloca sua privacidade acima do lucro. Após anos no limbo, eles ressuscitam o Sailfish OS com um toque moderno que pode bagunçar o mundo móvel.
Enquanto todo mundo discute qual modelo de IA é o melhor, uns desenvolvedores espertos andam criando algo incrível às escondidas: uma linguagem de programação novinha, feita do zero para agentes de IA. O Mog não é só mais uma linguagem correndo atrás do prejuízo da IA – ele foi projetado para o nosso futuro dominado por inteligência artificial.
A maioria dos benchmarks de IA para programação testa se os bots conseguem gerar código funcional de primeira. Mas o desenvolvimento de software real é bem mais bagunçado — envolve meses de alterações, correções de bugs e adição de recursos. Pesquisadores acabam de criar o primeiro teste que avalia se a IA consegue manter código ao longo do tempo. E os resultados podem te surpreender.
O temido Global Interpreter Lock do Python trava o multithreading há décadas. Mas agora surge uma versão experimental sem ele. Nova pesquisa mostra a surpresa: tirar o GIL acelera o código em 4 vezes ou desperdiça 43% mais energia, dependendo do que você faz.
A Amazon prometeu um assistente de IA revolucionário com o Alexa+, mas os usuários estão achando uma decepção total. Vamos entender por que essa assinatura premium parece mais um retrocesso e o que isso diz sobre o futuro dos assistentes de voz.
Lembra quando todo mundo dizia que modelos de IA maiores sempre rendiam mais? Essa ideia está mudando rápido. Uma abordagem esperta chamada Mixture of Experts está deixando os modelos bem mais eficientes, sem perder a inteligência.
Imagine criar imagens com IA como montar blocos de Lego. Pois é, esse futuro chegou! O novo tool Modular Diffusers está revolucionando a vida dos devs. Ele divide os fluxos de geração de imagens em peças que você mistura e combina como quiser.
Já se perguntou por que tantos atletas de elite e competidores ferrenhos são canhotos? Uma pesquisa recente aponta que há algo no cérebro dos canhotos que lhes dá vantagem nos momentos decisivos. Vamos ver o que a ciência descobriu sobre esses amigos esquerdinos e sua veia competitiva surpreendente.
Lembra daqueles robôs desajeitados dos filmes, que demoravam uma eternidade pra decidir o que fazer? Pois é, os robôs de verdade estão ficando impressionantes: entendem o que veem e agem na hora. O mais louco? A grande revolução não tá rolando em laboratórios caros. É aprender a enfiar toda essa inteligência de IA nos microcomputadores minúsculos que ficam dentro dos próprios robôs.
Pouca gente percebe isso: os gadgets de tecnologia que usamos todo dia dependem de uma cadeia global de suprimentos surpreendentemente frágil, que passa por regiões politicamente instáveis do mundo. Quando a tensão explode em lugares como o Irã, não é só o preço da gasolina que sobe – pode decidir se você consegue comprar aquele laptop novo ou se as empresas de IA vão lançar a próxima revolução.
Alguém lançou um gadget que promete bloquear esses assistentes de IA onipresentes e espiões. Mas tem um porém: ele pode estar lutando uma batalha do passado com armas do futuro. E os resultados vão te surpreender.
Enquanto as gigantes da tecnologia disputam a liderança na revolução da IA, um problema grave surge: as medidas de segurança viram vítimas dessa briga corporativa. O que acontece quando a corrida por IAs mais inteligentes ultrapassa nossa capacidade de torná-las seguras?
Acha que a localização do seu celular é privada? Pense de novo. A Alfândega dos EUA compra dados de localização de empresas de publicidade para rastrear pessoas — sem precisar de mandado. Veja por que isso deve preocupar todo dono de smartphone.
Cientistas acabaram de fazer uma descoberta incrível vasculhando fotos astronômicas antigas dos anos 1950. Encontraram flashes de luz misteriosos que parecem ter ligação estranha com testes de bombas nucleares e avistamentos de OVNIs da mesma época.